A Maçonaria, sociedade filosófica e fraterna, sempre valorizou as artes como veículo de elevação moral e intelectual. A música, em especial, é vista com grande apreço, pois sua linguagem universal transcende barreiras sociais, religiosas e políticas, promovendo a harmonia e a união entre os povos, princípios caros à instituição. As homenagens realizadas no âmbito maçônico, muitas vezes por meio de sessões cívicas e concertos beneficentes, buscam não apenas celebrar os artistas, mas também refletir sobre o poder da melodia e do ritmo na formação da identidade cultural. Na cultura popular, o músico é um arquiteto de emoções e narrativas. Seja no samba, no forró, no rock ou no clássico, é através de suas composições que histórias são contadas, tradições são preservadas e revoluções são cantaroladas. A maçonaria enxerga neste profissional um agente ativo na construção de uma sociedade mais justa e consciente, capaz de educar, criticar e inspirar através de seu trabalho. Ao celebrar o Dia do Músico, a maçonaria reafirma seu compromisso com a liberdade de expressão e o desenvolvimento cultural. É um reconhecimento de que a música, tal como a filosofia maçônica, trabalha para esculpir pedras brutas em obras de arte, transformando indivíduos e, consequentemente, a sociedade. Nesta data, a ordem presta seu tributo a todos os que dedicam suas vidas a compor a trilha sonora da humanidade.
FOTO : ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO MAÇONARIA EM AÇÃO
TEXTO : ALTERVIR NORMANDO
REFLEXÃO
“A MÚSICA EM MAÇONARIA”
A música sempre teve lugar de destaque dentre os mistérios Maçônicos. No interior do templo, ela não é um adorno sensorial. É ferramenta sagrada de elevação espiritual e harmonia.
Estudos científicos recentes apontam que certos tipos de música, especialmente a música clássica, têm efeitos poderosos sobre o corpo humano: melhoram a concentração, reduzem o estresse e, em casos específicos, já demonstraram até mesmo potencial para interferir positivamente em células doentes, como as cancerígenas.
A ciência, portanto, começa a confirmar o que os antigos já sabiam: a música possui uma frequência que toca mais do que os ouvidos — atinge a alma. Em Maçonaria, o Mestre de Harmonia não apenas organiza melodias, ele conduz a psique do templo a um estado superior de equilíbrio, favorecendo a meditação, o silêncio interior e a elevação moral dos irmãos.
Ir:. Daivid Marques
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